Autor: Helder Valdez

  • Decreto-Lei n. 101/2007 de 2 de Abril

    Simplifica o licenciamento de instalações eléctricas, quer de serviço público quer de serviço particular, alterando os Decretos-Leis n.os 26852, de 30 de Julho de 1936, 517/80, de 31 de Outubro, e 272/92, de 3 de Dezembro
    Tipo A—instalações de carácter permanente com produção própria, não incluídas no tipo C;
    Tipo B—instalações que sejam alimentadas por instalações de serviço público em média, alta ou muito alta tensão;
    Tipo C—instalações alimentadas por uma rede de distribuição de serviço público em baixa tensão ou instalações de carácter permanente com produção própria em baixa tensão até 100 kVA, se de segurança ou de socorro.
  • Decreto-Lei n.º 517/80 de 31 de Outubro

    Altera o Regulamento de Licenças para Instalações Eléctricas.

    (mais…)

  • Potências Contratáveis

    Monofásica
    Trifásica
    In(A)
    P(kVA)
    In(A)
    P(kVA)
    5
    1,15
       
    10
    2,30
    10
    6,90
    15
    3,45
    15
    10,35
    20
    4,60
    20
    13,80
    25
    5,75
    25
    17,25
    30
    6,90
    30
    20,70
       
    40
    27,60
    45
    10,35
       
       
    50
    34,50
    60
    13,80
    60
    41,40
  • Dimensionamento de Redes de Distribuição de B.T.

    Elementos a determinar ou fixar no projecto de dimensionamento de uma rede de distribuição de BT:

    • Traçado do distribuidor e o tipo de canalização eléctrica a utilizar;
    • Secção dos condutores;
    • Secção dos ramais de ligação aos consumidores;
    • Protecção a instalar.

     

    – Cálculo da secção dos condutores –

    Elementos que devem ser considerados e conhecidos:

    • Geografia dos pontos de consumo;
    • Previsão da carga solicitada por cada consumidor;
    • Tipo de canalização eléctrica a utilizar;

     

    Condições técnicas a respeitar:

    • Condição da queda de tensão;
    • Condição de aquecimento;
    • Condição de curto-circuito;
    • Condições mecânicas.

     

     

     

     

  • Redes Emalhadas

     

    Todos os troços de linha fazem parte de um anel;

    São de dois tipos:

    De cargas nodais – Todas as cargas se localizam nos nós, assim como as alimentações;

    De cargas repartidas – As cargas são ligadas ao longo das linhas;

    Maior segurança de serviço;

    Custos mais elevado;

    Justifica-se quando o custo económico correspondente às interrupções de serviço é muito elevado.

     

  • Rede em Anel

     

    Dois pontos de alimentação;

    Mais fiáveis e seguras que as redes radiais;

    O corte de um troço de linha num desses trajectos não implica a interrupção da alimentação das cargas exepto se estas estão ligadas directamente ao troço em que se verifica uma avaria que determina aquele corte;

    Mais Onerosa;

    Condutores sobredimensionados, as artérias que ligam as duas fontes de alimentação devem poder suportar as sobrecargas pemanentes que se verificam quando uma daquelas fontes é considerada fora de serviço;

    Melhor qualidade de serviço que as redes radiais.

     

  • Rede Radial com passagem a anel

     

    Colocação de seccionadores ou interruptores em pontos estratégicos para permitir uma realimentação dos consumidores no caso de ser necessário cortar um troço da linha avariada;

    A alimentação é feita a partir de uma subestação compreendendo diversas saías;

    Protecção e comando de forma simples e pouco onerosa;

    Segurança limitada.

  • Rede Radial Pura

     

    Mais simples;

    Mais fácil exploração;

    Maiores quedas de tensão;

    Menos Onerosa;

    Implica o corte da alimentação de uma zona sempre que se verifique uma avaria num dos consumidores;

    Estrutura em árvore, com diversas artérias que se vão ramificando sem contudo se encontrarem pontos comuns a duas ou mais artérias;

    Secção dos condutores não é constante, diminuido à medida que as intensidades das correntes nos troços vão sendo menores.

  • Curriculum Vitae – Engenharia Electrotécnica

    Curriculum Vitae – Engenharia Electrotécnica

    hHÉLDER JOSÉ VALDEZ FERREIRA é Licenciado em Engenharia Electrotécnica desde 2003 pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (U.T.A.D.), tendo concluiu o estágio formal para a Ordem dos Engenheiros no ano seguinte. Em 2005 prosseguiu os seus estudos na Universidade de Aveiro (U.A.) onde realizou o Cfe (Curso de Formação Especializada) em Comunicações Móveis. A sua experiência profissional é diversificada, tal como a sua área de formação, e abrange o ramo da Computação, Energia e Formação Profissional. A formação contínua na língua Inglesa e Castelhana completam o seu perfil académico e profissional. Praticante entusiasta de Aikido e nataçãoGosta de Ler, de praticar desporto, de viajarfotografar.

     

     

     

    Formação Complementar / Profissional:

    2012 – Administração de Sistemas Windows, ina.

    2011 – Gestão de Tecnologias para Virtualização de Servidores (Hyper-V).

    2011 – Gestión Y Eficiencia Energética Municipal, Sodesa, Diputación de Zamora.

    2010 – ITED2Infraestruturas de Telecomunicações em Edifícios, IEP.

    2010 – Douro Autarquia Digital, Sisconsult.

    2010 – O Novo SIADAP, Neobiz Consulting.

    2009 – Sistema de Gestão de BibliotecasWinLIB, Novabase.

    2009 – Utilização de Recursos Didácticos, Actual GestFormação Profissional Lda.

    2009 – LED’s, Schreder Group.

    2009 – Peritos Qualificados RCCTE, UTAD.

    2008 – Elaboração de Projecto de Infra-estruturas de Telecomunicações em edifícios, Ordem dos Engenheiros.

    2008 – O Novo Regime da Contratação Pública, IGAP.

    2007 – Projecto de Sistemas Fotovoltaicos, IXUS.

    2007 – Sistema da Gestão da Qualidade e Segurança para Município, Indíce.

    2006 – Novas Regras Técnicas de Instalações Eléctricas de Baixa Tensão, CERTIEL.

    2006 – Técnico Especialista em Multimédia, ITA / ISTEC.

    2005 – Técnico Especialista em Redes e Telecomunicações, ITA / ISTEC.

    2005 – AutoCAD, ACISM.

    2005 – Técnico Especialista em Software, ITA / ISTEC.

    2004 – Ética e Deontologia Profissional, Ordem dos Engenheiros.

    2003 – Formação Inicial de Formadores, AltoFuste.

     

    Conhecimentos com trabalho desenvolvido em:

    Software: Apache, IIS, MS Office, Visual Studio, Photoshop, Ms Windows, Linux, Dreamweaver, Flash, Joomla CMS, AutoCAD, IntelliCAD.

    Programação: PHP, C, HTML, DHTML, SQL, MySQL, XML, CSS, Visual Basic.

  • WiMax 802.16 a, d, e

    WiMAX – (Worldwide Interoperability for Microwave Access)

    Bandas de frequência: 10 a 66 GHz (LoS) e abaixo dos 11GHz (LoS e NLoS).

    Cenários de utilização:

    • Residential and SOHO High Speed Internet Access.
    • Small and Medium Business.
    • WiFi Hot Spot Backhaul.
    • Cellular Backhaul.
    • Public Safety Services and Private Networks

    Bandas de frequência abaixo dos 11 GHz (depende de país para país):

    • License-exempt 5.8 GHz Band
    • Licensed 2.5 GHz Band
    • Licensed 3.5 GHz Band

  • 802.11b

    Extensão ao modo original de DSSS (IEEE 802.11)

    Incluiu transmissão a 5.5 e 11 Mbps

    É compatível com o 802.11 DSSS original

    Usa os mesmos canais na mesma banda (2.4 GHz)

    Modulação: Complementary Code Keying  (CCK)

    Usa a mesma camada MAC definida originalmente.

  • Normas IEEE 802.11

     

     

    NORMA
    Descrição
    802.11
    Standard WLAN original. Suporta débitos de 2Mbps e 1Mbps
    802.11e
    Especifica os requisitos para fornecer qualidade de serviço, para todas os interfaces rádio WLAN abrangidas pelas normas IEEE 802.11.
    802.11f
    Recomendações que permitem melhorar a inter-operabilidade entre pontos de acesso (AP) sem fios de diferentes fabricantes.
    802.11h
    Define a gestão do espectro de frequências e controlo de potência na banda dos 5GHz, nas regiões da Europa e Ásia/Pacífico.
    802.11i
    Pretende resolver os problemas de segurança na transmissão associados aos mecanismos de autenticação e encriptação, introduzindo protocolos da família 802.1X, TKIP e AES.

     

    Débito Máximo
    Débito Outdoor (LOS)
    Débito Indoor
    Camada Física (PHY)
    802.11a
    54 Mbps
    30 m @ 54 Mbps  
    90 m @ 6 Mbps
    12 m @ 54 MBps
    90 m @ 6 Mbps
    Orthogonal Frequency Division Multiplexing (OFDM), 5 GHz
    802.11b
    11 Mbps
    120 m @ 11 Mbps
    460 m @ 1Mbps
    30 m @ 11 MBps
    90 m @ 1 Mbps
    Direct Sequence Spread Spectrum (DSSS), 2.4GHz
    802.11g(*)
    54 Mbps
    ??? m @ 54Mbps
    120 m @ 11 Mbps
    460 m @ 1Mbps
    ??? m @ 54Mbps
    30 m @ 11 MBps
    90 m @ 1 Mbps
    Orthogonal Frequency Division Multiplexing (OFDM), 2.4 GHz

    {include_content_item 526}

    IEEE 802.15™ Working Group for Wireless Personal Area Networks

    IEEE P1451.5™ Working Group for Wireless Sensor Standards

    EEE 802.20 Working Group for Mobile Broadband Wireless Access (MBWA)

     

    Incluiu cinco camadas fisicas (PHY)

    Frequency Hopping Spread Spectrum (FHSS)
    Direct Sequence Spread Spectrum (DSSS)
    Infravermelhos
    11 Mbps –  2.4 GHz
    54 Mbps – 2.4 GHz
    54 Mbps – 5 GHz

    Quatro normas:

    802.11 (3 primeiras opções em termos de PHY, 1 ou 2 Mbps))
    802.11a (5 GHz)
    802.11b (2.4 GHz)
    802.11g (2.4 GHz e 54 Mbps)
     

  • HiperLAN Wifi 802.11

    HIPERLAN – High Performance Radio Local Area Network.

    Existe a tipo 1 e tipo 2.
    HiperLAN/2 suporta taxas de transmissão até 54Mbit/s.
    A tipo 1 só permite taxas de transmissão até 20 Mbit/s.
    Foi especificada pelo ETSI. Uma oportunidade perdida para a Europa…..
    Suporta QoS, mecanismos de segurança e gestão de mobilidade.
    Capaz de funcionar em topologia de rede celular (via um AP) ou rede tipo ad-hoc (interligação directa dos terminais).
    A modulação usada é Orthogonal Frequency Division Multiplexing (OFDM) com várias sub-portadoras e também utiliza FEC.
    Usa TDD e dynamic TDMA.
    Dynamic Frequency Selection (DFS).
    Suporta Handover e contolo de potência

    HiperLAN 2:

    FFT size: 64.
    Number of used sub-carriers: 52, where 48 sub-carriers are used for data and the rest for pilots.
    Channel Spacing: 20 MHz.
    Sampling rate: 20 Msamples/s.
    Guard interval: 800 ns default mode corresponding to 16 time samples; 400 ns as an option.
    Sub-carrier modulation: BPSK, QPSK, 16QAM and optionally 64QAM.
    Sub-carrier demodulation: Coherent.
    Mandatory Forward Error Correction: a rate 1/2, constraint length 7 mother convolutional code (9/16 and 3/4 by code puncturing).
    Supported data rates: 6, 9, 12, 18, 27, 36, 54 Mbit/s.
    Interleaving: Block interleaving with the size of one OFDM symbol.
    5MHz frequency band.

  • Gerações 1G, 2G, 2.5G, 3G, 3.5G, 4G

    {include_content_item 526} Gerações de Comunicações Móveis

    Geração 1G
        Rede analógica

    Geração 2G
        GSM – Global System for Mobile Comunications

    Geração 2.5G
        Core Network (CN) dividido em dois dominios: CS e PS
        HSCSD – High Speed Circuit Switched Data   
        GPRS – General Packet Radio Services
        EDGE – Enhanced Data Rates for GSM Evolution

    Geração 3G   
        UMTS – Universal Mobile Telecomunication System

    1.        Heterogeneidade de Serviços (Serviços pouco tolerantes a atrasos e Serviços tolerantes a atrasos)
    2.        Rede Universal de serviços
    3.        Tecnologia de Acesso Multiplo – CDMA (FDD->W-CDMA – TDD->TD-CDMA)
    4.        1ª Fase – Suportar Trafego baseado em Comutação de Circuitos e Comutação de Pacotes
    5.        2ª Fase – all IP CN – Comutação de Pacotes
    6.        Deve permitir alocação assimétrica da LB entre UL e DL
    7.        FDD não é o mais adequado (porque o padrão de assimetria de trafego não é constante nem previsivel)
    8.        TDD – a usar no futuro – apropriado para trafego assimétrico (Trama dividida em slots facilmente realocados)
    9.        TDD de baixo ritmo
    10.       Rede de acesso é a UTRAN
    11.       Interoperabilidade com GSM
    12.       Separação entre sinalização e transporte (bearers)
    13.       HSDPA – Permitir a transmissão de pacotes a alto ritmo      
    14.       IMS – IP Multimédia Subsystem – permite a transmissão de dados e voz atraves de IP 
                                            
  • UTRAN

    Funções principais da UTRAN

    1. Fornecimento de cobertura rádio;  
    2. Funções de acesso global ao sistema;
    3. Funções de segurança e privacidade na rede de acesso;
    4. Funções de handover;
        Monitorização do ambiente radio;
        Decisão de handover;
        Controlo de macro diversidade;
        Controlo de handover;
        Execução de handover;
        Realocação de SNRS;
        Handover Inter sistemas;
    5. Funções de gestão e controlo dos recursos rádio;
        Set-up e terminação da portadora radio;
        Reserva e libertação dos canais radio;
        Alocação / de-alocação dos canais rádio fisicos;
        Transferencia de pacotes de dados sobre as funções rádio;
        Controlo de potência;
        Controlo de canal;
        Controlo e detecção de acesso inicial.

  • Termino da chamada pela rede

    Finalização da chamada pela rede

    1. A rede inicia o processo de desligar enviando uma mensagem para a MSC;
    2. A MSC reenvia essa mensagem para a BSS;
    3. A BSS utiliza o canal FACCH para informar o móvel que quer desligar;
    4. O móvel confirma o pedido e este é de novo reenviado para a rede;
    5. A MSC envia uma mensagem para o móvel a confirmar que a terminação foi efectuada.

  • Termino de chamada pelo móvel

    Finalização de uma chamada pelo móvel

    1. O móvel envia uma mensagem de desligar para a BSS utilizando o canal FACCH;
    2. Depois da MSC receber este pedido reenvia-o para a rede fixa;
    3. A rede fixa liberta os recursos a si associados e envia mensagem para a MSC;
    4. A MSC redirecciona a mensagem para o móvel utilizando de novo o canal FACCH.